Resumo da 125ª Edição Democracia no Ar – 18/04/2017

Ouça agora os destaques do dia de hoje!


Campanha Um Brasil Justo pra todos e pra Lula lança vídeo convocando a cidadania democrática brasileira a estar presente no dia 3 de maio em Curitiba. É preciso barrar o estado de exceção e a perseguição contra o ex-Presidente. Defender Lula é defender a Democracia.

Débora Nunes, da coordenação do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, diretamente de Brasília explica porque o MST ocupa o INCRA, denuncia o governo golpista e defende a Reforma Agrária e a Democracia.

Um ano depois do golpe ser votado na Câmara dos Deputados, o que mudou na vida do trabalhador brasileiro? O Deputado Federal Henrique Fontana do PT do Rio Grande do Sul explica.

O embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta a confissão de Temer na Bandeirantes. O ilegítimo afirmou que o impeachment de Dilma Rousseff não teve nada a ver com pedaladas fiscais, mas sim com a chantagem de Eduardo Cunha.

Quem desmascarou a parcialidade política do juiz Sérgio Moro e explodiu o ninho tucano na lava-jato? Para o jornalista Paulo Henrique Amorim, foi o ministro Edson Fachin do STF. Na TV Afiada, Amorim explica porque Fachin tomou a decisão de tirar o sigilo das investigações, atingindo tucanos e pemedebistas.

Denúncia de Monica Bergamo repercute no Jornal da CUT hoje: o ilegítimo Temer vai distribuir recursos públicos para empresas de mídia defenderem a reforma golpista da previdência.

O deputado tucano Valdir Rossoni do PSDB do paraná afirmou que pedirá a expulsão do senador Aécio Neves, do PSDB.

Emílio Odebrecht fala bem de Lula e questiona procurador: “?Quer parar a gravação?”. Até ele sabe que as declarações verdadeiras que não interessam à Lava Jato não vão para os autos do processo.

Ainda Emílio Odebrecht: A mídia sabe desses casos de corrupção há mais de 30 anos, porque esse espetáculo somente agora? Hipocrisia e interesse numa saída autoritária para a crise

Instabilidade mundial: Coreia do Norte diz que está pronta para responder às provocações dos Estados Unidos.

Militares venezuelanos respondem às críticas e declaram apoio incondicional ao governo Maduro.

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